18 de março de 2007

Acelerar ou não...eis a questão

Velocidade a mais é um dos factores apontados como responsável pelo número de acidentes nas estradas portuguesas. Daí que tenha ficado surpreendida quando soube que o Tribunal de Coimbra absolveu há uns dias um condutor que foi apanhado pela BT na A1 a 157,93Km\h. E porquê, perguntam? Porque, de acordo com a justificação dada pelo Tribunal, o pobre condutor não só não sabia que estava a ser monotorizado por um radar no carro descaracterizado da BT, como seguia àquela velocidade porque o carro que o seguia (o da BT) o pressionava. Ah e o melhor de tudo, a BT não podia ter moral para multar, quando cometia exactamente a mesma infracção, "shame on you"!

Efectivamente o carro da brigada também seguia em excesso de velocidade, mas se isso vai passar a ser proibido, então é melhor avisar já os "mauzões" que toda e qualquer perseguição vai ter de decorrer dentro dos limites estipulados pelo código da estrada.

Ok, há alturas do ano em que parece que a caça às multas se torna o objectivo máximo das forças de segurança rodoviária, mas se efectivamente seguia acima do limite máximo qual é que é a dúvida? Coitadinho sentiu-se pressionado? Ficou de tal forma stressado que foi compelido a andar mais rápido? E os outros que já tiverem multas semelhantes e as pagaram? São tótós por terem pago? Não é abrir um precedente?

Seria hipócrita se dissesse que cumpro sempre os limites, confesso, gosto de andar rapidinho, provavelmente não ando mais porque o meu "chaço" não me permite. Ainda assim, quando o faço não se evaporam momentaneamente as regras de trânsito da minha mente, sei perfeitamente se vou ou não acima da velocidade permitida.

Quanto ao carro "camuflado" da BT, se calhar então é melhor estarem todos identificados, pelos menos quando se avistam carros policiais é ver a malta toda a travar a fundo e quase a espetar-se só para não ultrapassar o carro da polícia. Por favor, se vinham em excesso de velocidade antes, já foram apanhados, não vai ser por abrandar no momento que se vão safar, está bem?

13 de março de 2007

Infordesporto

Tem escasseado o tempo para colocar novidades aqui, mas isto da malta ter um trabalho em vez de um emprego não está com nada:p

Ainda que o Infordesporto já figurasse nos links favoritos deste blog, nada como lá voltar (todos os dias sff:). Tem uma cara melhorzita, deixou de se assemelhar aos anos 80, conteúdos noticiosos de muitas modalidades, às vezes até de mushing (não sabem o que é pois não?:), estatística, resultados de épocas anteriores, jogos acompanhados em directo, etc. Enfim, visitem, consultem, adoptem como homepage (estou a esticar-me não estou?).

P.s. Não há fome que não dê em fartura, hoje foi um fartote de post's ãh?

Homens-a-dias

Malta aqui está algo invodador. Muitos homens já devem ter falado disto e até imaginado este cenário, mas finalmente alguém teve a coragem de dar o "próximo passo" e tornar a ideia em algo palpável. Falo da empresa Marido-a-Dias. Eles promovem-se assim:

"Chegar a casa depois de um dia de trabalho e ter o jantar preparado e a cozinha arrumada, ter uma receita aviada, levar o cão a passear ou o carro à inspecção são tudo exemplos de serviços que a empresa Marido-a-Dias está habilitada a fazer. Tratamos daquilo que ninguém gosta ou simplesmente não tem tempo para fazer. E as mulheres, da maneira como andam atarefadas, só agradecem."

Fica a sugestão para os/as mais atarefados/as

E quando achávamos que tínhamos chegado ao fundo...

...a TVI consegue descer mais baixo. Com o programa "A Bela e o Mestre", o canal de maior audiência em Portugal consegue descer a um nível nunca visto. A fórmula é simples: os/as concorrentes oferecem-se para ser gozados por milhões de pessoas a troco da possibilidade de ganharem 50 mil euros. Elas porque, embora sendo atraentes - discutível na maior parte dos casos - apresentam-se como pouco inteligentes (para não ser muito mauzinho). Eles porque representam o protótipo do "nerd" que é muito esperto, mas ou tem banhas ou acne a mais...

A glorificação da estupidez e a banalização da futilidade estão em exposição neste excelente programa de comédia. Não percam...

Isto não se faz!

Ele há coisas do camandro... Então não é que o Halibut não se encontra à venda nas farmácias? parece que a sua comercialização foi cancelada na sequência de o seu fabricante ter detectado um processo de transpiração de água no produto.

Não há direito! Fiquei aborrecido.

Nota: Para que não sabe, esta pomada é uma das mais vendidas em Portugal e indicada para tratar assaduras nos bebés, queimaduras, eczemas ou acne.

Marante, és grande!

Malta terminou mais um estudo de opinião levado a cabo aqui no Planos & Esquissos. O tema era música popular portuguesa, vulfo pimba, e como não podia deixar de ser a malta aderiu em força (102 votos no total).

As escolhas eram muitas e boas e acredito que não tenha sido fácil para quem se lançou ao voto. De qualquer das formas tem de haver um vencedor e ele é o grande Marante. Pois é, este gimbralhão caiu nas graças dos visitantes deste espaço e garantiu o lugar mais alto do pódio com 15 votos.

Em segundo lugar ficou outro grande nome da música portuguesa, Nel Monteiro, com 12 votos. O ramalhete não ficaria completo sem o fantástico Toy, com 11 votos.

Em breve teremos mais votações. Obrigado a quem votou

7 de março de 2007

Grande Verão musical em Portugal

A concorrência faz milagres! Depois de 2/3 anos em que a qualidade dos festivais em Portugal baixou consideravelmente, a criação de uma nova promotora concorrente da Música no Coração vem trazer grandes alegrias aos amantes de boa música. Assim, depois do concerto de Dave Mathews Band - vêm cá com pelo menos cinco anos de atraso - vamos ter em dois festivais lisboetas bandas da estirpe de uns Arcade Fire, Pearl Jam, Smashing Pumpkins, Beastie Boys, Interpol e Metallica. Vai pesar na carteira, mas vai valer a pena!

P.S.: Agradeço ao Rocco o convite para fazer parte da equipa, mas parafraseando um qualquer futebolista da nossa praça: "Não prometo títulos, apenas trabalho". Bloguem bem...

6 de março de 2007

Welcome Jeff Buckley

Pois é malta, o Planos & Esquissos continua a crescer! E é nesse sentido que vos venho comunicar a "contratação" de mais um elemento para a nossa equipa: o Jeff Buckley. É um amigo de longa data, um rapaz inteligente, fundamentalista qb, com sentido de humor refinado e grande companheiro de copofonias!

É uma mais-valia para este espaço.

Grande abraço e venham daí essas primeiras linhas de texto!

5 de março de 2007

Ai está ele. É brutal!

Não há nada a fazer, rendi-me à beleza exterior!
É verdade... Habituado desde sempre às funcionalidades da Nokia, perdi a cabeça e decidi experimentar outra marca de telemóveis. Pensei, analisei, comparei e optei por este, é brutal! Estou muito contente com o seu desempenho, com as suas funcionalidades e acima de tudo com o seu "visual", até à data é quase perfeito!

Fiz uma boa escolha :-)

Mas qual serviço público??

O Movimento de Intervenção e Cidadania (MIC) acusou a RTP de «falhar a missão de serviço público» ao querer transformar a História em espectáculo «por meras razões de audiência e de forma manipuladora», numa referência ao programa «Os Grandes Portugueses».

Num comunicado que resultou da reunião do Conselho Geral, que se realizou sábado, o MIC criticou o programa da RTP «Os Grandes Portugueses», o qual destina-se a eleger, através do voto dos telespectadores, a personalidade mais marcante da História de Portugal.

Dom Afonso Henriques, Álvaro Cunhal, António de Oliveira Salazar, Aristides de Sousa Mendes, Fernando Pessoa, Infante Dom Henrique, Dom João II, Camões, Marquês de Pombal e Vasco da Gama são os dez finalistas deste programa, candidatos ao maior português.

Para o MIC, «a História não é passível de ser votada». «Querer transformá-la em espectáculo, por meras razões de audiência e de forma manipuladora, é falhar a missão de serviço público que compete à RTP», lê-se no comunicado do Movimento.

O MIC considera «anti-pedagógica a utilização e deturpação da História e da cultura nacional» e frisa que «não há donos da História, mas o seu conhecimento, aprofundamento e debate são um dever e um direito de cidadania».

Eu não faço parte do MIC, mas estou de acordo com eles. Andamos a pagar impostos para ver uma votação do melhor português de sempre???? Que palhaçada é esta? Façam essas coisas na internet e não ocupem o espaço público com fantochadas.
E já agora, que credebilidade querem que esta acção tenha quando o Álvaro Cunhal é um dos dez finalistas???

Vamos a trabalhar com seriedade, por favor...